Opinião

Dez técnicos estrangeiros na Série A do Campeonato Brasileiro

Por
Carneiro Neto
21/05/2024 08:50 - Atualizado: 21/05/2024 08:50
Álvaro Pacheco.
Álvaro Pacheco. | Foto: Divulgação

Com a contratação do português Alvaro Pacheco para comandar o time do Vasco, registra-se a
marca de dez técnicos estrangeiros na Série A do Campeonato Brasileiro. Número mais do que
suficiente para comprovar o esvaziamento do prestígio dos novos treinadores do nosso país,
que não conseguem se reciclar e muito menos conquistar a confiança geral no exercício do
trabalho.

Ser um técnico competente e vitorioso não é tarefa fácil, mas no passado, quando ainda não
era moda contratar profissionais de fora para dirigir as equipes do então famoso futebol
pentacampeão mundial, dezenas alcançaram o sucesso e mereceram o respeito de todos.
Nos orgulhávamos da geração de Zagallo, Telê Santana, Rubens Minelli, Parreira, Felipão,
Geninho, Mano Menezes, Dorival Junior que tenta recuperar a seleção brasileira e outros
tantos.

Marca de dez técnicos estrangeiros é forte

Eram outros tempos, sabemos, mas gostaria que alguém que se debruça sobre o assunto com
maior grau de pesquisa, pudesse me informar a razão da perda de vaga dos treinadores
brasileiros na Série A. Convenhamos que a marca de dez estrangeiros é meio forte e denota,
sem qualquer sombra dúvida, a fraqueza dos cursos promovidos pela CBF e, é claro, a falta de
talento daqueles que tentam a espinhosa, mas ambicionada e rentável, carreira.

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São seis portugueses e quatro argentinos que estão atuando em nossos principais clubes, com
destaque a Luis Zubeldia, do São Paulo, Artur Jorge, do Botafogo, e Gabriel Milito, do Galo
mineiro. Dentre os nacionais, Tite, do Flamengo, dispensa apresentações assim como Fernando Diniz, do Fluminense, Renato Gaúcho, do Grêmio, ou Cuca, do Athletico. Os demais estão procurando um lugar ao sol, o que não deixa de ser positivo.

Vamos torcer para que Rogério Ceni, Claudio Tencati, Jair Ventura, Fernando Seabra, Roger
Machado e Thiago Carpini defendam com êxito as cores verde e amarela, para que
representem uma nova era no debilitado futebol brasileiro.

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Antônio Carlos Carneiro Neto nasceu em Wenceslau Braz, cresceu em Guarapuava e virou repórter de rádio e jornal em Ponta Grossa, em 1964. Chegou a Curitiba no ano seguinte e, mais tarde, formou-se em Direito. Narrador e comentaris...

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