Opinião

Athletico desafiado a reabilitar-se dentro da Arena da Baixada

Por
Carneiro Neto
10/09/2024 08:20 - Atualizado: 13/09/2024 08:21
Martín Varini, técnico do Athletico
Martín Varini, técnico do Athletico | Foto: Átila Alberti/UmDois Esportes

Após uma sequencia de maus resultados, pela Copa do Brasil e pelo Brasileirão, o Athletico enfrenta a semana mais delicada do ano, pois fará duas partidas com elevados teores de responsabilidade e cobrança da torcida, válidas pelos dois torneios em disputa.

Está o Athletico desafiado a reabilitar-se dentro da Arena da Baixada, primeiro frente ao Vasco da Gama, pela Copa do Brasil e, depois, frente ao Fortaleza pela Série A.

Como perdeu de virada o primeiro jogo com o Vasco, em São Januário, o Furacão terá de superar-se tática, técnica, física e emocionalmente para continuar vivo na Copa do Brasil. Mas como o atual elenco foi mal constituído, com carências evidentes em praticamente todos os setores, há de se entender a dificuldade que terá o treinador Martín Varini para reorganizar a equipe.

Ele só não pode, ou não deve, continuar improvisando o volante Erick como ala direito se, bem ou mal, o clube contratou dois jogadores para a função: Madson e Leo Godoy.

Como Esquivel está dando conta do recado no lado esquerdo e Gabriel substitui razoavelmente o categorizado Fernandinho lesionado, resta torcer por uma jornada inspirada da dupla interior de zaga – Kaique Rocha e Thiago Heleno – acostumada a sofrer gols nos acréscimos de diversos jogos.

Daí em diante, o único titular garantido deveria ser a revelação João Cruz e o avante Mastriani, pois os demais apenas preenchem o conteúdo de qualidade técnica duvidosa. Mas jogando com aplicação, garra e, sobretudo, respeito ao sentimento do torcedor dá para esperar uma atuação fora da curva que leve o time a um triunfo.

No final de semana o adversário será o Fortaleza, que realiza ótima campanha no Brasileirão disputando as primeiras colocações, enquanto o Athletico lutará, desesperadamente, para não afundar ainda mais na classificação.

Motivação, portanto, não falta nem para a comissão técnica e muito menos para os jogadores. Mãos a obra e boa sorte.

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